Segunda-feira, Novembro 16, 2009
Domingo, Novembro 08, 2009
o fim do dia com sol e o frio que se faz sentir la fora. percorrer caminhos pelo interior. a noite. o campo que tão bem conheço. conversas a volta da mesa sobre tudo e nada. sorrisos. falares alentejanos. a modinha no final do jantar. viagem. chegada ao destino: Cuba. Cuba do Alentejo, Terra do cante alentejano.
Há dias em que sinto mesmo o orgulho de ser alentejana cá dentro. as vozes mexem comigo. as caras gastas do tempo, mas orgulhosas do que entoam. Chegam até a arrepiar.
Não ha sitio no mundo onde tirem o 'i' do lête e o ponham no caféi. Não há 'terra' como esta. Não ha cante como este. O alentejo é um país. Das uvas, do azeite, do pão. Um país que é uma planície. Que tem mar e campo. Que canta como ninguém.
e viva o Alentejo!
"Trago Alentejo na voz / No cantar da minha gente
Ai rios de todos nós / Que te perdes na corrente
Ai planícies sonhadas / Ai sentir de olivais
Ai ventos na madrugada / Que me transcendem demais
Amigos, amigos
Papoilas de trigo, só lá eu as tenho
E de braço dado
Contigo a meu lado, é de lá que eu venho
E de braço dado, cantando ao amor
Guardamos o gado, papoilas em flor
Que o vento num brado reforça o calor
E de braço dado, contigo a meu lado, cantamos amor
Ai rebanhos de saudade / Que deixei naqueles montes
Ai pastores de ansiedade / Bebendo a água das fontes
Ai sede das tardes quentes / Ai lembrança que me alcança
Ai terra prenhe de gente / Nos olhos duma criança"
Há dias em que sinto mesmo o orgulho de ser alentejana cá dentro. as vozes mexem comigo. as caras gastas do tempo, mas orgulhosas do que entoam. Chegam até a arrepiar.
Não ha sitio no mundo onde tirem o 'i' do lête e o ponham no caféi. Não há 'terra' como esta. Não ha cante como este. O alentejo é um país. Das uvas, do azeite, do pão. Um país que é uma planície. Que tem mar e campo. Que canta como ninguém.
e viva o Alentejo!
"Trago Alentejo na voz / No cantar da minha gente
Ai rios de todos nós / Que te perdes na corrente
Ai planícies sonhadas / Ai sentir de olivais
Ai ventos na madrugada / Que me transcendem demais
Amigos, amigos
Papoilas de trigo, só lá eu as tenho
E de braço dado
Contigo a meu lado, é de lá que eu venho
E de braço dado, cantando ao amor
Guardamos o gado, papoilas em flor
Que o vento num brado reforça o calor
E de braço dado, contigo a meu lado, cantamos amor
Ai rebanhos de saudade / Que deixei naqueles montes
Ai pastores de ansiedade / Bebendo a água das fontes
Ai sede das tardes quentes / Ai lembrança que me alcança
Ai terra prenhe de gente / Nos olhos duma criança"
Quinta-feira, Outubro 22, 2009
Domingo, Outubro 04, 2009
"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."
Fernando Pessoa
Fernando Pessoa
Quarta-feira, Setembro 30, 2009
"Tu és a luz
Sentida nos luares do firmamento
Tu és o fogo
Que nos acende a alma num momento
Dentro da noite
Há uma chama mágica a brilhar
Que te enfeitiça
E ilumina o teu corpo a dançar
Tu és a cor
Por dentro das palavras que navegam
És o calor
De tudo o que te dão e que te negam
O brilho intenso de um olhar
Um sol que se acendeu
A pulsação do mundo
A vida inteira
A desejar o que se perdeu "
*
Sentida nos luares do firmamento
Tu és o fogo
Que nos acende a alma num momento
Dentro da noite
Há uma chama mágica a brilhar
Que te enfeitiça
E ilumina o teu corpo a dançar
Tu és a cor
Por dentro das palavras que navegam
És o calor
De tudo o que te dão e que te negam
O brilho intenso de um olhar
Um sol que se acendeu
A pulsação do mundo
A vida inteira
A desejar o que se perdeu "
*
Quinta-feira, Setembro 17, 2009
escrevo te baixinho, como se as palavras fossem o reflexo daquilo que sinto.. escrevo te para te dizer que posso cair de saudades tuas, que o meu coração possa sinta a tua falta, mas que a minha alma viverá feliz eternamente, simplesmente porque por um mero acaso te encontrou.. nem palavras nem sorrisos chegam para explicar tão grande partilha.. escrevo-te para te dizer que os meus olhos só têm uma unica imagem.. escrevo-te para que os sonhos me levem até ti..
falo-te ao ouvido aquilo que tu adoras ouvir. sinto o sorriso. aquele sorriso que me preenche a vida. a minha vida pertence-te. o nosso caminho é partilhado lado a lado como se de um unico caminho se tratasse. cada um com o seu ritmo, com as suas historias, os seus momentos. só te peço, não te afastes. 'não afastes os teus olhos dos meus'. deixa me continuar a observar-te, falar te de mim e de tudo o que me apetecer. sentir te. abraçar-te, envolver te em circulos.
escrever a minha historia e a tua
a nossa história.
falo-te ao ouvido aquilo que tu adoras ouvir. sinto o sorriso. aquele sorriso que me preenche a vida. a minha vida pertence-te. o nosso caminho é partilhado lado a lado como se de um unico caminho se tratasse. cada um com o seu ritmo, com as suas historias, os seus momentos. só te peço, não te afastes. 'não afastes os teus olhos dos meus'. deixa me continuar a observar-te, falar te de mim e de tudo o que me apetecer. sentir te. abraçar-te, envolver te em circulos.
escrever a minha historia e a tua
a nossa história.
Sábado, Agosto 22, 2009
Primero estaba la mar...todo estaba escuro.
No había sol, ni luna, ni gente, ni plantas.
La mar estaba en todas as partes.
La mar era la madre:
la mar no era gente, ni nadie, ni cosa alguna.
Ella era el espíritu de lo que iba a venir.
Ella era el pensamiento y la memoria
A CRIAÇÃO DO MUNDO, PUEBLO KOGUI, COLÔMBIA

